4 áreas de Fisioterapia que estão em alta no mercado

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É bem provável que você conheça alguém que tenha precisado de fisioterapia, certo? Ou, quem sabe, você mesmo já foi um paciente de um fisioterapeuta. Já parou para pensar o quanto essa profissão é importante? Afinal de contas, são várias as áreas de Fisioterapia que podem contribuir para o bem-estar de pessoas com algum tipo de doença, seja ela passageira ou definitiva.

Se você quer seguir uma graduação em Fisioterapia, pode saber que terá um vasto campo de especialidades pela frente, como a fisioterapia esportiva e a neurológica. Mas, além dessas áreas tradicionais, estão surgindo outras especializações cada vez mais em alta, como a acupuntura e o pilates. E é sobre todas essas possibilidades de atuação que vamos falar neste post! Acompanhe:

As diferentes áreas de Fisioterapia

Assim como é comum em outras profissões da área da saúde, a Fisioterapia possui um amplo leque de possibilidades de especialização. Afinal, os problemas que podem acometer o corpo humano são dos mais variados tipos, e a Fisioterapia pode ajudar a tratá-los, minimizá-los ou mesmo curá-los — claro que sempre trabalhando com profissionais de outras áreas, como médicos, psicólogos e terapeutas ocupacionais.

Veja, a seguir, as principais áreas de Fisioterapia:

A fisioterapia desportiva

Como o próprio nome diz, a fisioterapia desportiva é focada no atendimento a atletas. É uma modalidade que atua tanto na prevenção quanto no tratamento de lesões, tudo para deixar o atleta em sua melhor forma para que alcance bons resultados no esporte que pratica.

A fisioterapia desportiva é fundamental para o atleta competitivo em vários aspectos, sobretudo no ganho de:

  • equilíbrio;
  • flexibilidade;
  • força muscular;
  • potência;
  • resistência;
  • e propriocepção (a capacidade que uma pessoa tem de localizar o seu corpo no espaço).

Após lesões, das mais graves às mais leves, o atleta deve recorrer a um profissional de fisioterapia desportiva para iniciar o tratamento de reabilitação. As lesões mais comuns que podem acontecer com atletas e serem tratadas por essa especialidade de fisioterapia são:

  • contusões;
  • distensões;
  • fraturas;
  • lesões em ligamentos.
  • tendinites;
  • torções;
  • luxações;
  • e subluxações.

Normalmente, as sessões de fisioterapia desportiva são planejadas individualmente, levando em consideração as características e cada atleta. Afinal, o sucesso do tratamento também depende do paciente, do estado em que seu corpo se encontra e da sua rotina.

A fisioterapia neurológica

Muitas vezes, algumas deficiências — como dificuldades de locomoção e de cognição — são decorrentes de lesões no cérebro, que alteram o sistema nervoso central ou o periférico. E é nesse tipo de lesão que a fisioterapia neurológica faz sua intervenção. Por isso, é fundamental que o fisioterapeuta dessa especialidade conheça bem as funções e as características do cérebro.

Nos casos de pessoas com deficiência, o fisioterapeuta pode atuar para minimizar os impactos das limitações no cotidiano dos pacientes, explorando ao máximo suas potencialidades e sua autonomia. Em alguns casos, a fisioterapia neurológica, se iniciada logo que a lesão no cérebro é identificada, pode reverter os problemas!

Pacientes que recorrem ao fisioterapeuta neurológico, geralmente, são aqueles:

  • com Mal de Alzheimer;
  • com Mal de Parkinson;
  • que sofreram um Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • que tiveram traumatismo craniano devido a algum acidente;
  • entre outros.

Para tratar esses pacientes, o fisioterapeuta deve explorar ao máximo a capacidade que os neurônios sadios têm de se responsabilizarem pelas funções daqueles que foram afetados pela lesão no cérebro. É a chamada neuroplasticidade. Dessa forma, a fisioterapia neurológica vai estimular ao máximo o paciente para realizar atividades que antes realizava com facilidade, mas que agora tem dificuldades por causa da lesão sofrida.

A acupuntura

Não é necessário ser formado em Fisioterapia para ser acupunturista, mas os fisioterapeutas estão percebendo como as técnicas de acupuntura podem contribuir para o trabalho que desenvolvem. Por isso, a acupuntura está, aos poucos, entrando no universo da Fisioterapia.

A acupuntura é uma das técnicas da medicina tradicional chinesa e tem como foco a busca pela harmonia entre o corpo e a mente. As doenças são interpretadas como uma quebra desse equilíbrio, e a acupuntura vem para restaurá-lo.

A técnica básica da acupuntura consiste na aplicação de agulhas em pontos específicos do corpo, que estão diretamente relacionados aos órgãos. Por exemplo: existe um ponto na mão que está ligado ao coração. Então, quando se coloca uma agulha nesse ponto, ela estimula o órgão na busca pelo restabelecimento do equilíbrio.

Por buscar uma harmonia, a acupuntura tem se tornado aliada dos tratamentos fisioterápicos convencionais. Afinal, o estímulo aos órgãos, músculos e outras partes do corpo é um ponto em comum entre a acupuntura e a fisioterapia. Além disso, pessoas que sofreram algum tipo de lesão e buscaram tratamento na fisioterapia, normalmente, sentem muitas dores que podem ser amenizadas pela acupuntura.

O pilates

É possível dizer que o pilates é praticamente uma unanimidade entre as pessoas, pois mesmo aquelas que dizem não gostar de praticar atividades físicas acabam se rendendo à modalidade. E dar aulas desse esporte é uma das possibilidades de um fisioterapeuta.

Para ter permissão de conduzir sessões de pilates, o profissional deve ser formado em Fisioterapia ou em Educação Física. Isso porque os movimentos requerem muita atenção e um profissional que conheça bem o funcionamento do corpo humano. Por isso, também, poucas pessoas são atendidas ao mesmo tempo (normalmente, uma ou duas por profissional).

Entre os benefícios trazidos pelos exercícios do Pilates, estão:

  • alongamento;
  • aprimoramento da coordenação motora;
  • desenvolvimento do equilíbrio;
  • diminuição do estresse;
  • fortalecimento corporal;
  • melhora na respiração;
  • relaxamento.

Qualquer pessoa pode praticar pilates, uma vez que os movimentos são de baixo impacto, pouca repetição e afetam menos as articulações do que outros exercícios. Além disso, o fisioterapeuta respeita as limitações e as habilidades de cada paciente.

Abordamos algumas das principais áreas de atuação de um fisioterapeuta, e deu para perceber que possibilidades de trabalho é o que não falta a um fisioterapeuta, não é mesmo? A dica é ir observando, durante a faculdade, qual caminho mais tem a ver com você para já ir se especializando.

Se ficou curioso e quer saber mais do as áreas de Fisioterapia e sobre o curso de graduação para se tornar um fisioterapeuta, entre em contato com a gente!

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