Tecnologia na educação: Como usá-la para gerar motivação nos estudos?

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A falta de motivação nos estudos é um problema bastante recorrente nas salas de aula. De um lado, os alunos não se sentem atraídos pelos métodos tradicionais de ensino; de outro, os professores têm dificuldades de encontrar soluções para engajar os estudantes.

Nesse cenário, a tecnologia surge como uma ótima solução para esse problema. Cada vez mais as inovações tecnológicas tem sido utilizadas na sala de aula e vêm produzindo um excelente resultado, já que os aplicativos, games e outros tipos de softwares permitem que os estudantes se conectem com o mundo.

Pensando nisso, preparamos este post com algumas dicas sobre como aplicar a tecnologia na educação para gerar mais motivação nos estudos. Confira!

Vantagens da tecnologia na educação

Durante muito tempo, os celulares e tablets na sala de aula foram verdadeiros inimigos dos professores — afinal, os dispositivos sempre ganhavam a batalha árdua pela atenção dos alunos. Aos poucos, os docentes vêm percebendo que essa é uma luta perdida. A tecnologia está profundamente enraizada no dia a dia de qualquer jovem, e é inútil resistir à sua presença na sala de aula. Na verdade, a melhor solução é criar uma nova forma de ensino que use os recursos tecnológicos como possíveis aliados.

A maior vantagem de trazer esses dispositivos para as salas de aula é justamente a capacidade de dialogar com os alunos que fazem parte da geração da internet. Com os recursos, é possível criar uma forma de ensino mais interativa e dinâmica e, consequentemente, mais produtiva para todos os envolvidos: de um lado, os professores podem se concentrar nas suas aulas, em vez de tentarem ganhar a atenção dos alunos a todo custo; de outro, os estudantes podem se sentir mais motivados com um método de ensino mais moderno, passando a adotar uma postura mais participativa. Um ótimo exemplo disso é a chamada gamificação, que combina o conteúdo a ser ensinado com mecanismos de jogos e recompensas para aumentar o engajamento.

Outro aspecto positivo é o fato de que a tecnologia, na maior parte dos casos, está disponível a qualquer hora. Isso dá uma autonomia ainda maior para quem está estudando, já que é possível continuar o aprendizado em qualquer lugar e a qualquer momento.

Cuidados necessários

Apesar de a tecnologia na educação ser uma forma de modernizar a sala de aula, é preciso ter em mente que ela não resolverá todos os problemas dos métodos tradicionais. Ainda é preciso mesclar o mundo real com o mundo virtual, ou seja, combinar o aprendizado via tecnologia com experiências presenciais, indispensáveis para a formação do conhecimento. Por isso, além de investir em aplicativos e softwares, também é preciso promover e participar de ações como debates em sala de aula, seminários etc.

Também é importante se lembrar que de nada adianta usar a tecnologia sem um objetivo. Um aplicativo que se limita a digitalizar os métodos tradicionais têm pouca ou nenhuma utilidade prática. Para que o uso da tecnologia seja justificado, alunos e professores devem pesquisar projetos que acrescentem algo aos métodos tradicionais antes de incluí-lo no dia a dia — seja na sala de aula, seja em casa. Na área de ciências exatas, por exemplo, alguns aplicativos têm sido usados na visualização dos conceitos ensinados, transformando números e equações em gráficos digitais.

O papel do professor

Outro fator que há de se ter em mente é que o professor continua tendo um papel de destaque dentro da sala de aula. O propósito de utilizar novas ferramentas tecnológicas não é substituí-lo, mas potencializar e facilitar o seu trabalho. O papel da tecnologia é, basicamente, complementar os estudos!

Em vez de escolher recursos que se limitem a substituir o trabalho do professor, é muito mais interessante investir em ferramentas que tragam uma nova abordagem aos métodos tradicionais de ensino. No Equador, por exemplo, alguns alunos (com o auxílio e direcionamento dos professores) simularam a abertura de um restaurante utilizando softwares para diversas etapas da tarefa: controle de gastos, criação de website, desenho de panfletos para divulgação etc.

Se um estudante tem dificuldades em algum assunto específico, também é interessante procurar aplicativos que possam ajudar na fixação daquele conhecimento.

Percebe-se, portanto, que com a tecnologia na educação o professor não é mais um mero transmissor do conhecimento; na realidade, ele deve atuar como um verdadeiro mediador, que tem a função de orientar os alunos e capacitá-los para utilizar as ferramentas do mundo digital.

Inserindo inovações tecnológicas no ensino

Para quem deseja investir em tecnologia na educação, o primeiro passo é garantir uma infraestrutura: ter dispositivos disponíveis (como tablets ou computadores), instalação de uma rede Wi-Fi etc. Para os alunos que não têm acesso a esses recursos, vale pesquisar se a escola ou faculdades os disponibilizam.

O próximo passo é identificar ferramentas adequadas para cada proposta de aprendizado. A parte boa é que as opções de inovações tecnológicas no campo do ensino tem aumentado bastante nos últimos tempos. Um dos métodos mais utilizados são os aplicativos para celulares e tablets. Por meio deles, é possível simular provas como o Enem, OAB e Enade e comparar resultados (é o caso do AppProva); criar cartões de estudos interativos, elaborar planos de estudos personalizados para cada aluno, dentre muitas outras funções que enriquecem a experiência do ensino.

A gamificação também entra nesse contexto, para explorar a competitividade e a curiosidade dos alunos — os quais podem utilizar até mesmo seus próprios celulares para jogar.

Algumas empresas, inclusive, vêm investindo na criação de jogos digitais focados no aprendizado. É o caso da Clickideia, que desenvolve games educacionais para escolas públicas e privadas. A empresa foi responsável por criar um jogo interativo para os alunos do Rio Grande do Norte que explora um massacre ocorrido no estado em 1645, durante a invasão holandesa.

Como vimos, os recursos são inúmeros. O importante é fazer uma boa pesquisa para analisar quais ferramentas podem acrescentar tanto aos alunos, quanto às instituições de ensino — afinal, o que importa não é a tecnologia em si, mas como ela será utilizada.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a tecnologia na educação, que tal descobrir por que os estudantes insistem em procrastinar? Clique aqui e leia mais sobre esse assunto!

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